Ágio no abastecimento: entenda como os cartões de frota inflacionam o litro e como fugir disso

Para fugir do ágio no abastecimento, é preciso adotar uma alternativa que não consuma a margem do posto. O Gasola vem se consolidando como o sistema de abastecimento mais eficiente do Brasil, justamente por criar uma relação de ganha ganha: o posto recebe à vista, enquanto as frotas abastecem em rodovias com preço justo e sem surpresas. Mas vamos entender melhor como tudo isso funciona…

O que é o ágio no abastecimento?

O ágio no abastecimento é a diferença de preço cobrada pelos postos quando o pagamento é feito com cartão de frota ao invés de à vista. Essa cobrança existe para cobrir taxas e encargos cobrados pelas bandeiras de cartão.
Na prática, se o litro do diesel custa R$ 5,00 no dinheiro, com cartão de frota ele pode chegar até R$ 5,50 ou mais. Parece pouco, mas em uma frota que consome milhares de litros por mês, isso significa milhares de reais indo embora sem gerar nenhum benefício real.

É legal cobrar mais?

Sim. Desde 2017, a Lei nº 13.455 autoriza a diferenciação de preços conforme a forma de pagamento, desde que o posto informe de forma clara ao consumidor.
Ou seja, o posto pode cobrar mais pelo cartão de frota, e cobra. O que antes parecia vantagem, vira custo adicional direto no caixa da transportadora.

Quanto chega esse ágio?

  • Pesquisas recentes mostram que o ágio médio no Brasil gira em 1% a 2,5%, mas em alguns casos pode passar de 10%.
  • Em números absolutos, significa pagar R$ 0,10 a R$ 0,50 a mais por litro.
  • Para uma frota que abastece 100.000 litros por mês, esse “detalhe” pode representar R$ 50 mil de custo extra por mês.

O impacto real nas frotas

Para quem gere frota, o ágio é um inimigo silencioso:

  • Aumenta o custo operacional, que já sofre com a alta do diesel.
  • Bagunça a previsibilidade, já que o valor do ágio varia de posto para posto e de região para região.
  • Limita negociações, porque o posto já sai prejudicado no início da relação diante a existência de altas taxas e prazos de pagamento alongado.

Ou seja, aquilo que deveria ser uma solução de controle se transforma em mais um peso no orçamento.

O que o Gasola entrega de diferente

O Gasola nasceu justamente para resolver esse problema:

  • Sem bandeira: o Gasola não é cartão, é um aplicativo de pagamento digital. Isso elimina intermediários e custos embutidos.
  • Negociação por volume: ao unificar a litragem e direcionar abastecimentos para os postos com melhor condição, conseguimos preços abaixo do “cartão” e, na maioria dos casos, até melhores que o preço à vista do próprio posto.
  • Rede credenciada: mais de 3 mil postos espalhados pelo Brasil, com expansão constante.
  • Gestão em tempo real: relatórios online, regras por veículo, horário e valor para controle total.
  • Economia direta: redução real de custos, sem “taxas invisíveis” e sem depender de arranjo de bandeiras.

Conclusão

O ágio no abastecimento existe porque os cartões de frota cobram taxas altas dos postos e, no fim, quem paga essa conta é a transportadora. Nesse modelo, o cartão não resolve o problema: ele cria o problema.

O Gasola muda essa lógica. Sem bandeira, sem taxa embutida: cada posto negocia um único preço para todas as transportadoras, permitindo volume, previsibilidade e diesel mais barato que o valor “à vista” na diversos casos, principalmente nas rodovias que sustentam o transporte de cargas no Brasil.

Economia real, transparência e gestão de frota de verdade. Essa é a diferença entre fazer parte do problema e ser a solução.

Quer gestão e economia em um só lugar? Vem pro Gasola.

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